Começamos o ano com o incremento de um conflito histório no Oriente Médio. Mortes de inocentes em nome de Deus, de terra e de poder.Por outro lado, a chegada de um afro-americano à presidência dos EUA, nos faz refletir na possibilidade de melhoras no cenário mundial, menos guerras, mais humanismo nas relações multi-laterais. Entretanto, Barak Obama é uma icógnita. Não sabemos como será o seu governo.
No Brasil teremos um ano de intensificação dos conflitos institucionais. TSE, STF, Governo Federal, Política Federal, ABIN, Senado, imprensa e Câmara medindo forças pelo controle das "transformações sociais" que o Brasil precisa.
Na Paraíba, o ano começa com a expectativa em relação a votação dos embargos de declaração apresentados ao RO nº 1497. Trata-se de uma situação de absoluta instabilidade institucional no Estado, que se de um lado apresenta números positivos na economia, educação, etc, mostra uma realidade política tacanha, de uma luta pelo poder medieval e biliosa.
Em Campina Grande, o prefeito Veneziano começa o ano tendo que fazer uma operação rescaldo de uma campanha que danificou as finanças da prefeitura e de atitudes absolutamente descabidas em relação a funcionários e servidores. Teremos uma Câmara com pulso para cobrar do prefeito a segurança institucional à altura da cidade? Teremos vereadores comprometidos em pelo menos participar das sessões ordinárias? Continuaremos convivendo com o lixão, escolas municipais sem banheiro e uma fila da morte no atendimento à saúde?Na minha vida profissional, espero ter a chance de dar início a novos projetos que estão estanques, com absoluta falta de tempo minha em me dedicar a eles.

Na minha vida pessoal, o ano começa assim (?).
Não sou otimista, mas desejo aos leitores desse blog sorte e coragem para aproveitar a vida.






